Sabe aquela salada que você comeu com temperos locais que não caiu bem? Ou a sua bagagem que simplesmente a empresa aérea não sabe onde foi parar? E o voo que foi cancelado sem data prevista de embarque? Sim, essas aventuras acontecem a várias intrépidas viajantes – e acontecem estejamos sozinhas ou acompanhadas. Não tem como prever esses “detalhes do caminho”, mas é possível estar preparadas para eles.
O seguro viagem é quase uma mãe durante as viagens internacionais. E nacionais também, principalmente para as viajantes que não têm plano de saúde com cobertura nacional. Muitas pessoas podem achar que é agouro, mas sinceramente, não é a toa que criaram o jurássico “seguro morreu de velho”. Além disso, no caso das viagens para países que têm exigências mais ferrenhas para brasileiros, a apresentação de um seguro viagem é ponto a favor para o seu carimbo no passaporte! Então, arriscar pra que?
Há várias seguradoras. A dica para os que optarem pelo seguro é pesquisar bem – e para isso existem os blogs e as listas de discussões das redes sociais. Escolher um seguro é basicamente comparar as coberturas e os valores compensatórios. No meu caso, é item obrigatório no orçamento de viagem. E acho imprescindível dois pontos: atendimento em português e ligação a cobrar. Parece bobagem para os fluentes em outros idiomas. Mas em determinadas situações (e se você estiver em contato com a seguradora é porque com certeza teve algum probleminha) a melhor comunicação é em português mesmo. Já precisei do seguro viagem e não tive qualquer problema.
Em um mochilão ano passado minha bagagem não chegou ao destino. Assim que saí do guichê da empresa aérea liguei para a seguradora (a cobrar, claro!). E rastrearam minha bagagem junto à cia aérea e, no dia seguinte de manhã, lá estavam minhas “coisitas” na recepção do hostel. Pensando com a lógica de mercado: ou eles rastreiam e encontram rápido ou me pagariam a cobertura. O que é melhor pra eles?
A Ju, uma grande amiga que se aventurou em uma viagem há alguns dias, teve o mesmo problema com a bagagem. Marinheira de primeira viagem ela demorou a lembrar que eu a tinha “obrigado” a fazer o seguro. Mas quando se deu conta: problema solucionado! Já teve quem torceu o pé, quem foi medicada por intoxicação alimentar, sofreu com dor de dente (...). Nada de anormal para pessoas que se beneficiaram do seguro! Bendito seja!
Em tempo: Uma dica MUITO IMPORTANTE para quem quiser economizar e utilizar os benefícios do INSS: um acordo internacional garante aos contribuintes do INSS e seus dependentes que estiverem em trânsito, a trabalho ou forem residentes na Argentina, Portugal, Itália, Grécia, Luxemburgo, Paraguai, Uruguai, Chile e Cabo Verde o direito a utilizar hospitais da rede pública de tais países. Para isso, basta um certificado de Direito à Assistência Médica emitida pelo Governo Brasileiro, que deve ser pedido na representação do Ministério da Saúde em cada estado. Para saber a localização desses departamentos, entre em contato pelos telefones (61) 3448-8372, (61) 3448-8374 e (61) 3448-8376. Ou então, tentar pelo site www.inss.gov.br e entrar em contato com a Ouvidoria ou pelo Fale Conosco que é online.
É possível se divertir batendo muita perna pelo mundo gastando pouco - Mulheres Viajantes
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12 de agosto de 2010
4 de janeiro de 2010
Buenos Aires e Santiago -12 dias por R$ 1.396
Alguns acham que precaução é pensamento negativo...Cada um com seu cada qual a parte, fiz meu seguro de viagem. Com ele, fecho o meu planejamento. E ainda assim, muito em conta. Considerando que não vou ficar correndo de um canto para o outro com aquelas excursões malucas e que programo o que quiser para os meus dias, passar 12 dias entre Argentina e Chile por conta própria não é nada caro por R$ 1.396!
E pra finalizar, é sempre bom checar o programa de milhagem da cia aérea - antes do embarque, SEMPRE! É bom lembrar que as milhas só são creditadas se o cadastro ocorrer antes do embarque. Para quem vai viajar pela Argentina Aerolineas, fica a dica. Lembrando que eles chamam na página em português de "programa de passageiros frequentes".
Fechando orçamento aéreo + hospedagem + seguro: R$ 1.396!!!
Aéreo: R$ 1.100 (Rio/Buenos Aires - Buenos Aires/Santiago - Santiago/Rio) - em 5x
Hospedagem Buenos Aires: U$ 44 (cerca de 80 reais) - total para 4 noites
Hospedagem Santiago: US 84 (cerca de 152 reais) - total para 7 noites
Seguro viagem : R$ 64 - 12 dias (cobertura ampla)
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Santiago
20 de março de 2009
Seguro morreu de velho!
Tudo bem que ditado é feio, jurássico e beira ao simplismo. Mas resume totalmente a importância de se fazer um seguro viagem. Não vou a canto algum sem um desses. E óbvio que não considero dinheiro jogado fora, porque sinceramente vou mais segura.
O mesmo agente (Vagner - www.voceviagens.com.br / vagnerturismologo@hotmail.com) que compra as passagens aéreas pra mim (me economizando tempo de ficar ligada 24 horas nas cia aereas) me vende também o seguro. Uso o Intermac. Entre os dias do embarque (27 de março) e de retorno (chego aqui já no dia 22 de abril) são 27 dias. Para isso paguei cerca de R$ 300, divididos em duas vezes. Nada mal para quem vai com imprevistos já pagos, como serviço odontológico, internações, seguro de vida, desvio de bagagem....
Há muitos outros seguros. A dica é googlar e pesquisar. O blog da Alessandra Setti, no http://viajeaqui.abril.com.br/blog/132146_comentarios.shtml?3522171 tem algumas dicas e relações custo X benefício entre o ISIS e o World Nomads. Acabei optando pelo Intermac, mas é sempre bom ter possibilidades.
O que não dá é viajar sem um seguro. Além de tudo, ele é uma garantia a mais na hora de passar pela imigração....
O mesmo agente (Vagner - www.voceviagens.com.br / vagnerturismologo@hotmail.com) que compra as passagens aéreas pra mim (me economizando tempo de ficar ligada 24 horas nas cia aereas) me vende também o seguro. Uso o Intermac. Entre os dias do embarque (27 de março) e de retorno (chego aqui já no dia 22 de abril) são 27 dias. Para isso paguei cerca de R$ 300, divididos em duas vezes. Nada mal para quem vai com imprevistos já pagos, como serviço odontológico, internações, seguro de vida, desvio de bagagem....
Há muitos outros seguros. A dica é googlar e pesquisar. O blog da Alessandra Setti, no http://viajeaqui.abril.com.br/blog/132146_comentarios.shtml?3522171 tem algumas dicas e relações custo X benefício entre o ISIS e o World Nomads. Acabei optando pelo Intermac, mas é sempre bom ter possibilidades.
O que não dá é viajar sem um seguro. Além de tudo, ele é uma garantia a mais na hora de passar pela imigração....
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