26 de dezembro de 2009

Mochilar e comprar é possível!


Mesmo que o importante numa viagem seja aproveitar as novas paisagens, as pessoas, a comida e principalmente a diversidade cultural, comprar não deixa de ser uma "boa pedida" se você estiver em NY!
Mesmo uma viajante de bolso vazio e pouca paciência para compras se deixa levar pelos preços baixos, comparados com o que pagamos pelos mesmos produtos no Brasil. Uns minutos de compras não transforma ninguém em compradora compulsiva!

Algumas sugestões: quem acompanhou as histórias de Friends, já deve ter ouvido falar da Macy's, afinal era um dos programas preferidos da Rachel, interpretada pela Jennifer Aniston. É fácil achar a loja - estação de metrô Penn Station. Está sempre lotado, mas vale muito a pena!

Quando estiver visitando o lado mais econômico de NY, vale a pena ir a Century 21. Para chegar é fácil: estacão Word Trade Center. A loja é grande, o atendimento é pouco simpático mas tudo compensado pelo preço. Para quem é apegado a marcas, vai encontrar Dolce Gabbana, Armani, Ralph Lauren, e as marcas esportistas famosas. Cortland Street, 22 (entre a Church St e a Broadway)

E para os que dão a vida por um tênis/roupa/acessório de marca...Niketown. O nome não deixa a desejar para o que vai encontrar. São andares e andares de modelos Nike. East 57 strett, 6.

Para a mulherada, ir a uma das inúmeras lojas da Victoria Secret's é um parque de diversão. É possível comprar SEIS cremes por U$ 30 dólares - considerando que cada um no Brasil pode chegar a R$ 60!!!

Fazer compras não é o melhor a se fazer numa viagem, mas vale a pena conferir algumas pechinchas e se divertir....

ps: o crédito da imagem está na própria imagem.

22 de dezembro de 2009

Comendo BBB em NY!

Algums pessoas têm dificuldade de acreditar que é possível comer bem gastando pouco. Provo!

Fomos almoçar no L'Ecole (foto). Comida boa, atendimento ótimo e ambiente agradabilíssimo. Entrada, prato principal e sobremesa por "módicos" U$ 30. O restaurante é a "parte a prática" da escola de culinária francesa. Vale muito a pena. Broadway, 462 com a Grand Street.

Outra possibilidade é a City Bakery. Saladinhas, quitutes e tortinhas. Lá comi molho pesto pela primeira vez. Vale a pena. Barato! Além de ser uma delícia caminhar até lá, depois que batemos perna pelo Greenwich Village e pelo Soho!

Uma dica boa para quem tem paciência para uma fila gigantesca! O Annie's é um badalado restaurante para brunch. Para o café da manhã é bem provável esperar na fila por mais de 1 hora (considerando que ficamos 40 minutos e desistimos). É bem provável encontrar a "high society" nova iorquina por lá. O lugar é um charme e não tão caro na relação custo X ambiente X "cara" da comida - o máximo que chegamos perto dela, considerando nossa incapacidade de esperar tanto. Acabamos naquela manhã de verão chuvosa num delicioso Starbucks mesmo! Annie's Restaurant — 1381 3rd Ave, New York.

Não pague mico...Em NY dê gorjeta e não escreva na conta!

Sim! Mesmo para uma mochileira econômica, é preciso seguir algumas regras locais - e em NY a gorjeta é obrigatória ou corre-se o sério risco de pagar o mesmo mico que eu - na verdade, um Safari inteiro!
Pague uns 10% a 15 % e pronto!

Estava num pub com a chiquérrima da Silvinha. Ela não está acostumada a "monicar". Comemos, bebemos, ficamos comentando sobre a beleza dos garçons...rimos...ou seja, tudo dentro do programado para duas amigas viajando por NY.  Pedimos a conta. Preço ótimo para quem comeu, bebeu, ouviu boa música, viu gente bonita. Tava perfeito demais. Deixamos o dinheiro certo dentro da "carteira"...

Estávamos rumo a porta - e nesse ponto cercada de outras pessoas - quando o garçon desceu, literalmente CORRENDO as escadas do andar superior, GRITANDO:  - "Ladys, ladys...nothing? nothing?
Eu fiquei com tanta vergonha que me preocupei mais com as pessoas olhando e a Silvinha tentando entender o que se passava. Até que percebemos na mão dele a "carteira" onde deixamos o dinheiro sendo aberta e fechada enquanto ele gritava!!!! A vergonha era tanta, que enfiei a mão no bolso e nem prestei muita atenção: dei o que tinha no bolso (cerca de 6 doláres).

ps: Já que o assunto é gorjeta, uma dica: NUNCA, JAMAIS, EM HIPÓTESE ALGUMA escreva na conta! Fomos tomar sorvete no Hollywood Rock Cafe. E, estupidamente, fui fazer as contas do quanto eu tinha que pagar justamente na conta. Deu 12 dólares. Ótimo? Garçom fofo (quase uma constante nos bares e pubs), educadíssimo e que ficou mais educado ainda depois que pagamos. Quando veio o troco, faltavam exatos 12 doláres. A Silvinha matou a charada na hora: "Moniquinha, ele entendeu que o que você escreveu era a gorjeta". Virei piada pra Silvinha o dia inteiro!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Não ia pedir de volta. Até "muquiranice" tem limites!

4 de dezembro de 2009

Planejamento e amigos são tudo! 18 dias em NY na altíssima temporada U$ 900
















Enquanto minha viagem ao Chile e Argentina não chega vou falar de outras viagens e tentar compartilhar experiências. Como prometi a uns amigos que viajam para NY em alguns meses, vou postar algumas dicas baratas e legais de como passar uns dias ótimos na cidade MAIS MARAVILHOSA do mundo.

Não tem Bin Laden que consiga tirar o charme e o magnetismo de NY!!! Vou contar com a memória e algumas anotações já que viajei pra lá em julho/agosto de 2007. Essa viagem teve dois diferenciais porque não fiquei em albergue e nem fui sozinha. Explico: fui visitar um amigo que mora lá e a hospedagem estava garantida. E como não iria gastar com hostel e uma amiga adora NY, então...convidei-a pra ir comigo!

E gastei muito pouco – se considerarmos que fui durante o auge do verão americano, ou seja, ALTÍSSIMA temporada! Começo pelos meus gastos.

No total, minhas férias em NY custaram: Aéreo – cerca de U$ 850 ( na época, o dólar - cerca de R$ 2,40 - estava muito alto comparado a cotações recentes e em reais saiu exatos R$ 2070). Viajei pela TAM e com isso “ganhei” umas 10 mil milhas ( que foram muito bem usadas). Dividi a passagem em 6x sem juros e quando viajei estava com ela paga!!!! Seguro: U$ 50. Planejamento e amigos são tudo! 18 dias em NY na altíssima temporada U$ 900


Juntando o máximo possível, levei comigo exatos U$ 1.200 para passar os 18 dias e ainda comprar um notebook. Comi muito, andei muito, conheci tudo que tinha direito e ainda comprei um bom computador com esse dinheiro. Lojas, promoções e barbadas vou postar daqui pra frente.

Somando em valores atuais, teria gasto bem menos – R$ 1.600 (aéreo/seguro) + 2.100 (notebook, passeios, transportes, lembrancinhas,comida, comida e comida).

Depois de muita pesquisa, albergues escolhidos!


Deixar uma viagem "by yourself" barata é quase uma arte, mas nada impossível. Qualquer viajante com tempo para pesquisar é capaz de esticar dinheiro! Assim, eu termino a primeira parte do planejamento de uns dias de férias.

Depois de escolher os países e as cidades para "fixar hospedagem", consegui finalmente escolher os hostels. Se em Buenos Aires foi mais fácil escolher porque são muitas as indicações de amigos - Suites Hostel Florida - o de Santiago "pelejei" para conciliar preço X localização X qualidade. Depois de muita pesquisa em sites como  http://www.tripadvisor.com/ , na sessão "roubadas" do http://www.oviajante.com/ e no http://www.mochileiros.com/ Além, é claro, do google maps, espero ter feito uma boa escolha - Atacama Hostel, em Santiago (Chile). Diária em quarto compartilhado feminino por U$ 12 / dia.

O excelente das reservas é que como é pago somente 10% do valor (normalmente) então não é nada que vá afetar muito meu orçamento se no meio da viagem eu resolver mudar de idéia (coisa que acontece sempre) e decidir esticar em outra cidade depois de um "bate e volta".

Acompanhando orçamento
Aéreo: R$ 1.100 (Rio/Buenos Aires - Buenos Aires/Santiago - Santiago/Rio) - em 5x

Hospedagem Buenos Aires: U$ 44 (cerca de 80 reais) - total para 4 noites
Hospedagem Santiago: US 84 (cerca de 152 reais) - total para 7 noites

21 de novembro de 2009

Couchsurfing em "stand by". Continuo alberguista!

Depois do feriado de sol e praia (e que seria um desperdício passar com computador no colo), fiquei parte do sábado escolhendo a reserva de Buenos Aires. A idéia de experimentar o chouchsurfing não está descartada, só em stand by. Quem tiver interesse em buscar um "sofá 0800" em algum canto do mundo, vale a pena entrar no http://www.couchsurfing.org/ 

Revirei o site de "ponta a cabeça" e acho que pode ser uma excelente oportunidade de novas experiências. Li uns relatos caçados "by google" e sinceramente, parece uma boa e econômica maneira de viajar. E por que não faço isso agora? Estamos no final de novembro, vou viajar em pouco mais de um mês e em pleno verão! Aém disso, se estivesse com alguma amiga ou amigo me sentiria menos vulnerável para uma primeira vez. Mas tá lá: na Argentina há quase 9 mil cadastros de "sofás" disponíveis. No Chile há cerca de 3500. Ou seja, hospedagem não falta!

Quem se interessar...o cadastro é rápido. Me cadastrei já. O cadastro não é somente para usufruir de uma hospedagem gratuita ou disponibilizar uma. É possível se cadastrar para receber viajantes, até mesmo para um passeio. A propósito, o Brasil aparece lá com quase 20 mil cadastros ....e aí, talvez seja uma boa maneira de conhecer o programa - "dentro de casa" mesmo.

Em todo caso, deixo o relato da viajante Cecília Contijo, que "bloga" no viajeaqui.com..br e que está em sua volta ao mundo há alguns meses.

Mas...enquanto o couchsurfing sozinha não acontece, depois de dicas e mais dicas de albergues e hotéis BBB em Buenos Aires, acabei escolhendo o Hostel Suites Florida para me hospedar. Vamos ver... O preço ficou muito em conta U$ 44 para 4 noites.  É uma rede de 4 hostels em Buenos Aires do Hostelling International.

Como é minha primeira vez, escolhi por dica de amigos ficar o mais central possível. Não é o mais barato - há albergues de menos de U$8 - mas dessa vez como vou viajar por menos dias, começo a me dar umas regalias. Pelas fotos e pelas informações googladas o hostel é quase um hotel 3 estrelas. Além disso, depois da experiência das bed bugs na parte mais barata do albergue de Roma minhas perspectivas de barato mudaram!!!!


Refazendo as contas
Aéreo: R$ 1.100 (Rio/Buenos Aires -  Buenos Aires/Santiago - Santiago/Rio) - em 5x
Hospedagem Buenos Aires: U$ 44 (cerca de 80 reais) - total para 4 noites

* crédito da foto: http://www.montrealmirror.com/

19 de novembro de 2009

Buenos Aires mais barata ainda...

Que Buenos Aires é bem em conta para nós, mortais brasileiros, por causa do câmbio eu já sabia. Mas que fica mais em conta ainda durante o verão...foi a boa notícia do dia! Segundo uma matéria publicada hoje no caderno de viagens do O Globo, além das atrações típicas de verão em qualquer lugar do planeta, os preços ficam mais baixo porque diminui a procura pela capital - além disso, os "hermanos van a la playa" em Mar del Plata e os preços de hotéis despencam. Tudo bem que a boa notícia vem acompanhada da enxurrada de brasileiros, que como eu, vou aportar por lá. Nada demais...não sou brasilfóbica!

Então, como um dos pontos blog é mostrar a viagem barata mas também o planejamento, deixo três links para programar as atrações que valem a pena. http://www.easybuenosairescity.com/entretenimiento.htmhttp://www.fiestaydiversion.com/ que não sei se são bons porque ainda estou "fuçando". E o outro é o já conhecido http://mibuenosairesquerido.com/

Googlando e linkando o máximo possível uma dúvida que terá que ser solucionada até o domingo: em que bairro ficar? Já que tenho poucos dias para desbravar um pouco da grandiosidade de Buenos Aires, prefiro escolher bem o local da hospedagem, na mistura básica: bom e barato! E aí surgem as seguintes possíbilidades: Centro, Ricoleta, Palermo, San Telmo, Puerto Madero ou Belgrano?

16 de novembro de 2009

Albergue ou couchsurfing?

Na correria de ler tudo (e mais um pouco) sobre Buenos Aires e Santiago, acabei achando um blog super interessante, de uma outra jornalista - http://www.matraqueando.blogspot.com/
A verdade é que a Silvia, autora do Blog, tá viajando no momento por Santiago e comecei a acompanhar. E aí,... encontrei lá posts antigos dela sobre como gastar 50 Euros/dia em viagem pela Europa. Não faço o link direto porque são vários posts (que depois vou ler um por um e comentar com as dicas que possa ter para acrescentar!)

Eu gastei menos de 50 euros por dia, mas viajei me hospedando quase sempre em quarto coletivo. E a Silvia não. Então, acho que fica aí como dica para os aventureiros que começam a planejar a viagem para a Europa (essa é pra você, Ju Lopes!!!!). Uma boa opção para os que não gostam de dividir o banheiro dos coletivos!!!!

Quanto à minha viagem, estou a cata das hospedagens baratas e pensando numa dica deixada no blog por um amigo sobre as residências que recebem mochileiros GRATUITAMENTE (couchsurfing).... Vou fuçar e quem sabe experimentar.

9 de novembro de 2009

Hotel BB ou o bom e velho albergue?


 Esse fim de semana fui a Belo Horizonte - uma esticada à capital mineira para um casamento. Como estava com uma amiga pouco familiarizada com albergues, preferi deixá-la escolher um hotel "bom e barato" e fomos a uma das instalações da rede Formule 1.

Um hotel com cara de albergue, se levarmos em conta que as instalações são básicas. Quarto pequeno com um cama de casal (apertada para duas pessoas) e uma cama extra em forma de beliche, televisão e ar condicionado. Banheiro prático e sem luxo. Diária de R$ 95 reais por quarto (que fica bem em conta dividido para duas pessoas). A diferença mesmo está na falta café da manhã, que é pago a parte (R$ 7).

Gostei do Formule 1 pela praticidade e localização (ao menos em BH ele é bem localizado - Av. Bias Fortes, no bairro Lourdes). É mesmo para quem não faz questão de se socializar com outras pessoas e precisa de um bom lugar para dormir. Simples, rápido e objetivo! No entanto...eu ainda continuo adepta do bom e velho albergue.

Em tempo: a internet no Formule 1 é cara para os meus padrões (1 hora / R$ 10). Há também wi-fi. Como não há frigobar nos quartos, uma recepção básica com snacks e bebidas funciona 24 horas. Preço de uma garrafinha de água? R$ 2.

Em tempo 2: em frente ao Formule 1 em BH há alguns táxis. A dica é: se depois que você avisar que vai para a rodoviária o carro quebrar, não se espante! Os motoristas preferem as corridas para o aeroporto e têm o mal súbito de repente....pararem o carro. Tudo antes de chegar à rua. Aconteceu comigo e fiquei sabendo do golpe por outro taxista. Total da corrida rodoviária/Formule 1 = R$ 8.

28 de outubro de 2009

Visitando Borges e Neruda - meu próximo destino!

Como para um "bolso quase vazio" viajar é preciso um certo planejamento e tempo hábil, já estou com as passagens para uma próxima "bateção de perna". Depois do tour da Lúcia Schmidt ao Chile, minha vontade de conhecer as praias do pacífico e a Santiago do Neruda ficou maior. Serão somente alguns dias para desanuviar, ver pessoas e ruas novas, conhecer outros albergues e comer! E ainda dou um "pulo" nos hermanos argentinos.

Usar as milhas não foi possível e por isso demorei a voltar a postar já que estava a espera de uma promoção. Só que janeiro, alta temporada...quase impossível! Se no momento dá para usar 6 mil milhas para viagens à América Latina, em janeiro serão 10 mil milhas por trecho!!!!!!!!!

Na verdade, considerei quase um presente quando o agente me mandou uma mensagem via msn com a notícia: "Mônica, encontrei essa passagem. Olha!"
Rio/Buenos Aires - Buenos Aires/Santiago - Santiago/Rio = cerca de R$1.100 (e ainda dividido!!!!!!!!!!!!!!)

Lógico que comprei. E fica assim: próxima parada Buenos Aires alguns dias. Visito a Mariana, viajante que conheci na Itália, compro uns livros do Borges "na fonte", como alfajores, bailo um tango e me divirto - porque é o que eu sei fazer!

Em seguida, Chile, ou melhor dizendo: Santiago e uns passeios por Vina del Mar e Valparaíso. Pensei em seguir para o Deserto do Atacama porque uma amiga também jornalista esteve por lá ano passado e adorou. Mas vai ficar para uma próxima.

Começam agora as googladas em albergues, listas de discussões, palpites de amigos...E para mostrar minha sintonia, deixei a resistência de lado e fiz um facebook. Não tenho muita paciência para sites de relacionamentos, mas é uma ótima maneira de "coletar dados".

Pra registrar que é possível viajar, começando as somas.
Custo inicial: R$ 1.100

1 de outubro de 2009

Um mapa e "Au Revoir"


Há algum tempo fiz um post de estímulo a uma alma de viajante que tinha medo de encarar uma viagem sozinha. Depois de tanto dizer que nada de errado aconteceria, a Mônica (outra) finalmente desembarcou em Paris e mandou um email** em que conta, entre outras coisas, que se perdeu no metrô de Paris. E nesse sufoco acabou encontrando a Regina Duarte (eterna "muitas" Helenas do Manoel Carlos) mais perdida ainda!!!
Então, como se perder no metrô de Paris é comum a todos os mortais, seguem alguns links dos transportes parisienses.

Se não tiver muita coisa para fazer no voo indo a Paris, vale a pena imprimir e "estudar" a lógica das estações.




Se precisar mesmo do transporte público, então acho que vale a pena usar ônibus! Nem é meu lado econômico falando (porque os valores são os mesmos), mas porque assim se vê a cidade!!! Afinal, estar em Paris não ir a esquina e voltar!



RER circula conectado ao metrô. Em síntese o (Rede Expressa Regional)é o meio de ligação da cidade com o subúrbio.



Segue um trecho do email da Mônica Sousa (que eu conheci porque somos homônimas e ela achou o blog sabe Deus onde...). Desde então conversamos muito sobre viagens!
**Ola, bon jour!
Hoje fiz varios passeios de metro, fiquei espertinha e consegui trocar varias vezes de linha. Assim, fica muito facil conheceer varios lugares.
Pra gente que nao tem metro na cidade, isso ja e uma aventura...kkkkk Os franceses sao muito simpaticos, supeer educados e todos, todos mesmo falam ingles ou pelo menos fazem um esforco enorme.
Eu ja me perdi horrores, e muito engracado. Mas, e so perguntar na rua que eles ajudam muito. So falta pegar na mao e levar no lugar.
Agora, no ultimo metro, encontrei a Regina Duarte e a Gloria Pires...acreditam...e a regina durte estava perdidinha!
Tomei cafe na cafeteria da amelie poulain, muito legal. E igualzinho!!
Beijos pra todos, saudades!

30 de setembro de 2009

Um site meteorológico que faz a diferença

Fiquei sumida uns dias porque estava googlando o máximo possível sobre Cusco e Machu Pichu. E a supresa boa. O agente de turismo (que sempre consegue as melhores passagens pra mim) me manda a boa notícia: ida e volta pela Taca (com conexao de 3 dias em Lima) por U$399. Saindo dia 9 e retornando dia 22 de janeiro. Cotação do dólar a R$ 1,79. Super em conta

E aí... Mudança de planos

Explica-se: conversei com um amigo viajante (que a propósito está de férias mochilando pela Europa) que me contou a experiência de ir a Machu Pichu entre dezembro e fevereiro = alguns dias com chuva, muito frio e trilha alagada... Quero conhecer Cusco, mas Machu Pichu é roteiro obrigatório.

Muito a fim de ir continuei a pesquisa e aí parei num site especializado em turismo no Peru que escreveu: "chuvas torrenciais, como acontece de dezembro a abril".

Não contente, continuei a busca. Achei o relato de um viajante (Pedro Schmaus) que esteve lá em dezembro e que deu a super dica para aqueles que não são amantes de uma boa reza e danças tribais - um site com histórico de chuvas por região. Sinceramente, um achado.
O histórico é bem detalhado desde 1996. Fui lá, fiquei bastante tempo analisando (com meu parco conhecimento meteorológico) dia a dia. Resultado: a possibilidade de chover é imensa!!!

Optei por não arriscar já que não tenho "convênio" com o Cobra Coral (leia-se, a vidente que diz ser a reencarnação de Galileu Galileu e do Índio Cobra Coral que presta consultoria à prefeitura do Rio de Janeiro). Machu Pichu não vai sair do lugar (ao menos nos próximo meses). Então, vai ficar para outra férias ou um feriado prolongado.

Sinceramente, viajar para passar frio e ficar "desenhando sol" não é como quero passar meus dias de descanso.

Em todo caso, vou colocar num outro post as outras informações que consegui.

E recomeço a busca de um lugar para ir!

16 de setembro de 2009

A culpa é da falta de concorrência - voos na América Latina

É tempo de começar a preparar um novo (e merecido) descanço. Já estou a todo vapor conectada às promoções das cia aéreas. Como dessa vez meu destino é a América Latina não é tão prazeroso se dar conta (porque saber, até que sabemos) que pela falta de concorrência o valor das passagens sequer pode ser comparado aos baixíssimos preços das low cost européias.

O que me chateou mesmo foi me dar conta da dificuldade em encontrar trechos aéreos bons e baratos para o Peru. E aí a surpresa. A Smiles em seu site está com uma promoção do tipo "voe para qualquer lugar usando suas milhas" e tem lá uma foto linda que dá como opção Machu Pichu. O detalhe é A GOL (OU MELHOR, A PROPRIA SMILES) NÃO FAZ NENHUM TRECHO NO PERU. E nem podem alegar que as parceiras fazem o trecho porque tanto a American Airlines quanto a AirFrance e a KLM são parceiras para os voos fora da América Latina. Ou seja, me enfureci com a propaganda enganosa, enviei um email e segundo me informaram, prometeram tirar. Vamos ver...

Mas tudo bem. Vamos ao que interessa. Pra começar, algumas coisas que vou descobrindo pelo caminho de um mochilão "latino americano": os sites de buscas do tipo Decolar não são tão completos. Aparecem apenas algumas cia aéreas. O melhor mesmo é "perder" um tempo entrando em cada uma das cia que cobrem os trechos de interesses. Uma opção é utilizar o skyscanner. Estou fuçando também o site que encontrei googlando quetalviajar que tem uma lista por países.

O uso de milhas também pode ser uma "furada". Dependendo do valor da passagem, melhor pagar do que utilizar as milhas. Um exemplo é o trecho Rio/Buenos Aires que pode sair por cerca de R$300, dependendo do dia e da promoção. Usar 6 mil milhas nisso é bobagem.

29 de julho de 2009

O Vale Nevado e as 40 curvas!!!

Lendo os relatos da Lúcia (que publico aqui sempre que ela me envia) uma coisa é certa: sabe Deus como, mas vou bater perna pelos hermanos latinos (e quando começar a fuçar tudo para transformar a viagem em conta, vou colocando aqui).
Nesse relato a Lúcia fala sobre neve e principalmente dá dicas de como não ser engabelada por guias!!!
Vale conferir...

"Hola (já familiarizada com o cumprimento espanol). Hoje foi meu DIA NA NEVE. Junto com minhas colegas brasileiras - Sayonara e sua filha Mariana e as amigas também estudantes Flávia e Larissa, saiamos do HOSTAL (aqui é Hostal - espécies de pousadas que não possuem áreas comuns, como banheiros, salas de TV. HOSTEL - para eles possuem áreas comuns e são os albergues) bem cedo perto de 7h30 com em uma van, com motorista e um guia, Dario (jovem que sua experiência com português foram três meses morando em Santana do Livramento) paramos num Hostel e surpresa: mais três brasileiros, jovens de 26 anos, Henrique, médico, Marcelo, advogado e Felipe, administrador de empresas.

Seguimos então rumo às estações de esqui. O caminho é montanhoso (claro) e cheio de curvas. São 40 curvas - numeradas e nomeadas. Todas têm nomes de pessoas importantes para o Chile. Pablo Neruda é uma das primeiras e Gabriela Mistral já no final do caminho. Os chilenos têm muito orgulho dos seus dois Prêmios Nobel.

Aqui um pequeno detalhe (importante) normalmente os guias e os motoristas têm combinações com as lojas de aluguel de equipamento e no caminho sempre param em uma e dizem ser obrigado alugar botas e roupas especiais. Eles ganham uma comissão e nós (incauto) pagamos sem necessidade por algo desnecessário. Estava com uma boa bota mas me convenceram que seria necessário alugar outra. Paguei 5 mil pesos por uma que não sei quantas mil pessoas já calçaram. Totalmente desnecessária. FIQUEM ATENTOS. Se você não vai esquiar, não vai praticar nenhum esporte NAO É NECESSÁRIO ALUGAR NADA.

Fomos direto em direção à estação de Vale Nevado, que até 1994 era mantida por franceses (foi construída pelos franceses, assim como outro estação chamada La Parva) Hoje todas as estações são de uma empresa privada que paga impostos ao governo do Chile. O lugar è simplesmente fantástico e incrivelmente cheio de brasileiros. Ok, brasileiro é fascinado por neve. Definitivamente.

Minha primeira impressão, além da beleza, foi um pouco angustiante. Confesso que achei fascinante, mas extremamente solitário. No sentido de que aquela vastidão de branco deixa-nos um tanto perdidos. Foi a sensação que tive. Dupla: prazerosa, mas também me lembrou a solidão. Não aquele que sentimos felizes, porque precisamos ficar sós. Mas aquela que sufoca. É fascinante. É maravilhoso. Mas aqueles que nunca viram neve podem pegar gelo seco (das geladeiras que têm degelo seco) é igual. NAO ESTOU DIMINUINDO A BELEZA, talvez relativizando um pouco.

Em Vale Nevado tudo é caro. Uma cerveja (pedida pelos jovens brasileiros custa 2.500 pesos). Uma garrafa longneck, algo correspondente a R$ 10. Um capuccino de máquina, 1.800 pesos. Sanduíches saem com o preço de uma refeição na cidade - cerca de 5 mil pesos. Aluguel de equipamento de snowbording a U$ 12, só o esqui, mais U$ 12. Se quiser a roupa completa. Esquiar na alta temporada, 33 mil pesos, e vai por ai.

Em Farellones, a primeira estação de esqui construída pelos chilenos em 1949, tem o trinero - conhecido pelos brasileiros como skybunda, custa 6 mil pesos por pessoa, uma hora deslizando naquelas bóias (?) de plástico. Não fui, afinal pela cota de tombos, foi cumprida no primeiro dia.

Em El Colorado, o que mais chamou a atenção foram as casas e os prédios. Muita madeira e os prédios são construídos em concreto e revestidos por madeira. Fantástico.

Na volta, pegamos novo grupo de brasileiros que haviam ficado em El Colorado três dias esquiando. Jovens do Rio e Fortaleza que estão viajando pela América Latina. Passaram pela Bolívia, Peru e terminam a viajem em Santiago. Estilo aventureiros. A propósito a excursão às três estações de esqui custa 13 mil pesos por pessoa.Vale a pena. Não acredito que seja possível conhecer estes lugares sem guia. Para dirigir a viagem é arriscada e muito perigosa. Portanto, se vierem, peguem uma excursão. E mais garantido.

Amanhã, sigo para Valparaiso e Vina Del Mar.
Até"

28 de julho de 2009

Si no le gusta la pelota - melhor procurar brasileiros!

Sim, se você é brasileiro, não fala espanhol e quer se aproximar dos hermanos latinos, melhor saber coisas básicas do nosso futebol!!! Nem precisa saber sobre as regras do impedimento, mas os nomes dos jogadores mais famosos e sobre como anda a Libertadores da América é quase sagrado!

Sigam a Lúcia (que sabe sobre futebol tanto quanto sabe sobre física nuclear!)

"Amanheci sem dor e sem inchaço no joelho. Glória ao Pai e obrigada aqueles que torceram por mim. Mônica me lembrou a necessidade de escrever sobre os preços. Pois bem, aqui estão os de ontem. Entrada do Cerro San Cristobal (2,500 pesos), banheiro publico (150 pesos), entrada em La Chascona (5 mil pesos = 20 reais), banheiro publico no Pátio Belo Vista - um lugar novo no Bairro Bela Vista com varias lojas de artesanato, cafés e restaurantes, muito legal para conhecer (300 pesos).

Na manhã desta segunda, 27, meu terceiro dia em Santiago, tomei café da manhã com um grupo de brasileiras. Uma odontóloga com sua filha estudante de Medicina e duas amigas também estudantes. São de Recife, mas a senhora é de mais perto, Leopoldina. Começaram as férias na Argentina, viajam o Chile e terminam em Leopoldina, of course!!! Convidaram-me para conhecer a vinícola Concha y Toro, agradeci, mas aceitei ir com elas amanhã ao Vale Nevado.

Saí do hostel com destino ao centro da cidade, agarrada a minha bolsa, já que as informações são para muito cuidado no centro. Com indicações do hostel cheguei à Loja Paris e após muita dificuldade de entendimento consegui comprar uma câmera Sony que aproveitasse minha memória e minha bateria. Fabian, o vendedor não me entendia e nem eu a ele, aliás, se "no le gusta la pelota" você não tem condições de se comunicar. Morre qualquer tentativa de te entenderem. É o meu caso. Não gosto de futebol, nem entendo. Te olham como se você fosse um lunático e não tentam te entender mais.

Agarrada à bolsa e à nova câmera segui para o Palacio de La Moneda. Quando cheguei percebi que minhas memórias me traíram. Para mim ele sempre me pareceu mais grandioso. Não que não o seja, mas tive que perguntar a uns jovens: Donde estoy? E eles responderam: La Moneda. Em minhas lembranças ele parecia muito maior. Mas independente delas, eu estava no La Moneda. E comecei a fotografar e me fotografaram ao lado dos carabineiros. Aliás, se tivesse chegado duas horas antes teria visto a troca da guarda ao som de Gracias a La Vida. Agora só na quarta-feira, 29. Vou tentar voltar.

Mas a maior supresa foi conhecer o Centro Cultural de La Moneda no subsolo do Palácio. De segunda a quinta visitas grátis, nos outros dias 600 pesos. Foi um tapa de cultural. Como nós conhecemos tão pouco as histórias dos outros paises que nos rodeiam. O lugar é simplesmente fascinante. Três andares de pura cultura.

Mas a minha surpresa foi mesmo o Espaço Violeta Parra. Só conhecia a Violeta autora de canções históricas para uma geração inteira: Gracias a La Vida e Volver a los 17, especialmente. Mas Violeta e muito mais que sua musica. Pintora, bordeira, ceramista, enfim uma artista de muitas faces. Seu trabalho é maravilhoso. O espaço tem peças belíssimas dela. Fiquei encantada.

A manhã no Centro Cultural me colocou em contato com história do povo Rapa Nui (da ilha de Páscoa). Uma civilização fantástica. As exposições demonstram um aspecto reverencial que os chilenos têm pela cultura. As salas são a meia luz, explicações em painéis gigantes e várias peças em exposição - embarcações, objetos de uso pessoal, armas, cerâmicas. Tvs em tela plana contam a história e uma sala tem uma voz que reproduz a língua. Fantástico.


O centro tem também sofisticadas lojas de artesanato (agora sim artesanato chileno) mas muito caros!!! Tem cafeterias, livraria e banheiros gratuitos. Ufa. Vale um dia de visita. Passei parte do dia lá e saí para visitar as ruas do centro. E fui aos dois mais conhecidos Magazines chilenos Falabela (ótimas promoções de inverno) e Ridley (onde comprei as famosas cortinas de banheiro de pano). A vendedora ficou espantada quando disse que não existiam no Brasil.

Ah, no almoço, quase de tarde (McDonald´s) conheci três paulistas que viajam economizando hospedagem e jantando nos lugares mais famosos. Estavam vindo de Cuba. Com eles fiquei sabendo que o hotel deles (Monte Verde) é mais barato que o meu hostel. Quarto simples no hotel (18 mil pesos, no hostel, 19 mil 900 pesos).
Fica a dica.
Até!

26 de julho de 2009

Quando se "esborrachar" é só um detalhe!

Hoje recebi uma ligação com identificação 000. Na hora pensei, ligação internacional via "lan house". Em vez de um oi, ouvi: Mônica, eu caí!!! (era a Lúcia!!!)
Dica barata de viagem: nada de ligações a cobrar para o Brasil. Vale a pena (e muito) usar as "lan houses". Todas que já entrei tinham skipe. Ou terminais de telefonia. Já em NY, vale a pena os cartões Brasil. Uns dois dólares e pode falar até uns 120 minutos!!!!

Segue abaixo a andança da Lúcia Schmidt por Santiago!

"Meu primeiro dia em Santiago amanheceu ensolarado o que para uma turista de primeira viagem a princípio foi um pouco desastroso. Sol não significa calor por aqui. Mas tinha um casaco que resolveu mais ou menos a situação.
Saí do hostel (aliás, muito bom para quem quiser vir pra Santiago - Hostal Rio Amazonas na Avenida Vicuna Mackena - dizem que o outro que eles têm no bairro Brasil não é bom) muito animada em direção ao acesso ao Cerro San Cristobal. Andei pelas ruas da cidade praticamente vazias na manhã deste domingo, 26, até o funicular que dá acesso ao Cerro.
Subi e admirei Santiago do alto. Fotografei, pedi que me fotografassem com a cordilheira aos fundos e no final tomei o Mote con Huesillo - pêssego desidratado com calda e pedacinhos de trigo. Bebe-se e come-se o pêssego e o trigo. Um tanto doce, mas muito diferente para nós brasileiros. Os chilenos frequentam o Cerro após caminhadas e pedaladas. Há muitos ciclistas no local pela manhã. Já perto do meio dia o lugar é tomado por turistas - incrível como tem turistas de todos os países da América Latina - Equador, Peru, e Argentina (poucos brasileiros eu vi até agora). Há filas para o funicular. Por isso, o ideal é chegar cedo mesmo.

Saí do passeio pelo Cerro animada e revigorada para conhecer La Chascona - a casa que Neruda construiu em 1953 para sua última mulher Matilde Uruttia. Mas, ao sair do parque não vi um degrau e me estabaquei no chão literalmente - caí ajoelhada. Um joelho só. Um estrago relativamente pequeno se eu fosse jovem e magra. Custei um pouco a levantar, mas sempre há almas caridosas em todos os lugares do mundo. Duas pessoas me ajudaram a levantar. Sentei-me no degrau, recuperei o fôlego, descansei, mas, perdi minha máquina digital - não perdi as fotos que tirei no Cerro. E isso no primeiro dia. Sensação horrível, mas como ia pra casa do Neruda comprei de um camelo uma Kodak descartável. Vou voltar a era da revelação e depois revelar as fotos da Chascona.

Aliás, se vierem a Santiago conheçam a La Chascona. Neruda construiu em 53 para Matilde, na época sua amante. Por isso, escolheu um bairro afastado Bela Vista - hoje point. Mudou-se pra casa em 55, já com a relação oficializada e construiu outros espaços. Segundo o guia, projeto do próprio Neruda. Eu, particularmente, considero o Neruda arquiteto, um grande POETA. A casa é louca. Vários espaços externos com diferentes formatos. A parte antiga parecia esconder o próprio relacionamento - pé direito baixo, janelas para área interna - claustrofóbica. A parte construída após a oficialização da relação são módulos em diferentes platos do terreno. Nada prática, mas afinal, ele era um poeta. Pode ser que alguns gostem. Da arquitetura eu não gostei, mas do astral dos cômodos isso é outra conversa.

Interessante - quando do golpe a casa foi invadida pelos homens de Pinochet que rasgaram os livros, jogaram fora os objetos pessoais dele e deixaram os córregos do jardim interno fechados - a casa foi totalmente alagada com lama. Quando Neruda morreu, Matilde quis que o corpo fosse velado na casa. Uma forma de mostrar para o mundo o que fizeram com a casa do poeta Premio Nobel.

Amanhã tem mais, com uma nova câmera"

24 de julho de 2009

3 dias de sombra e água fresca por cerca de R$ 200

Como a proposta é trocar idéias de viagens baratas, Arraial do Cabo é quase sagrada! Praias maravilhosas, pôr do sol digno de palmas, areia branquinha e tranquilidade - a duas horas e meia do Rio. E isso sem gastar muito. Como Arraial está perto de Cabo Frio, pode ser também uma alternativa para o tumulto da Praia do Forte ou um ótimo "bate e volta".

Costumo relaxar por lá gastando muito pouco. Como? Vai fazendo as contas...
- A empresa 1001 faz o trajeto e tem muitos horários disponíveis. A ida e a volta custam em média uns R$ 50. (e isso pode ser pago com Riocard, para aqueles que moram no Rio). Depois que chegar à rodoviária da cidade, tudo pode ser feito a pé.

- Chegando em Arraial, é fácil arrumar hospedagem. Há pequenas e simples pousadas. Minha dica: Marina dos Anjos - uma pousadinha também albergue. Se tem carteirinha paga menos. O café da manhã é farto e os quartos com ar condicionado. A área comum com livros, guias, filmes. Sem contar a área de fora com uma tenda cheia de almofadas, esteiras e o violão, para quem quiser arriscar uns acordes. De noite, todas as vezes que passei por lá...luais ótimos. As diárias variam conforme a temporada, mas em média R$ 35 o quarto coletivo. Mas há quarto de casal e também espaço para camping.

- Se tiver uma grana extra, vale a pena um passeio de barco. Bebida liberada, passeio pela Gruta Azul, além da Ilha do Farol - presença só permitida por tempo determinado porque é reserva da Marinha. Dependendo da temporada, o preço pode variar muito. Mas uma média de R$ 40. Tive sorte. Quando fiz o passeio pude ver várias tartarugas marinhas.

- Se quiser, há várias empresas que fazem batismo de mergulho. Mas pechinchar é essencial porque há grandes diferenças de uma empresa para outra. Mas é bom se preparar para ficar o dia todo a bordo de um barco porque são muitos "iniciantes" por dia. Até hoje não me aventurei (menos pela grana e mais pelo enjoo de ficar o dia inteiro por conta de um mergulho).

- Ao entardecer, "pernas pra que te quero" ou uma boa carona até o Pontal do Atalaia para ver o pôr do sol. Lindo mesmo. Me desculpe o Arpoador (que também é lindo) mas o de Arraial é insuperável.

- Se quiser descansar, melhor optar pelas praias mais afastadas, como a Prainhas (no plural mesmo) e a Praia do Forno. As que ficam na entrada da cidade além de mais caras, são cheias de turistas (Prainha, Praia dos Anjos...).

- Dependendo da noite que estiver lá, tem uma feirinha de produtos locais na praça da cidade. Na mesma região, pizzarias, sorveterias e um clima de cidade do interior (isso se não for Carnaval).

- E se quiser se aventurar pela noite mais agitada de Cabo Frio, ônibus urbano que deixa tanto próximo à Praia do Forte quanto do outro lado de Cabo Frio, mais próximo da lagoa.

Somando, é possível uma viagem incrível de 3 dias (sexta a domingo) por cerca de R$ 200!!!!
Hospedagem 2 noites: R$ 70
Passagem ida e volta: R$ 50
Comidas, passeio e afins: depende de cada um, mas não fica tão caro!

19 de julho de 2009

Luz...que lá vai ela!

É. A hora da Lúcia Schmidt se aventurar sozinha pela primeira vez tá chegando. Conheço o frio na barriga maravilhoso que ela deve sentir. Sinceramente...esse é o frio na barriga que eu gostaria de sentir constantemente! Dia 25 (ou melhor, amanhã!!!) é o embarque da Lúcia para o Chile. E daqui fico seguríssima de que ela se vira tranquilamente bem por lá!

Como consegui convencê-la a se aventurar em hostels, sei que boas e baratas dicas aparecerão por aqui.

21 de junho de 2009

Como usar milhas se não é possível viajar?

Tudo bem que sou conhecida por alguns pelo chavão “gente, não tenho dinheiro!” e de repente estou por aí viajando, na maneira econômica e divertida que encontro. Enfio a carapuça no saco e sigo em frente. Mas o “problema” dessa vez é óbvio: 10 mil milhas das 22 mil que tenho vão expirar em julho/agosto. Já procurei amigos para presentear com essas milhas, que hoje podem ser trocadas por uma passagem de ida e volta a qualquer lugar do Brasil. Coisa APARENTEMENTE fácil! A verdade é que muita gente (e entendo) não se aventura a viajar de repente. E a única amiga que poderia usar, vai viajar em julho em plena alta temporada.

E então, eu vou deixar as 10 mil milhas para a cia aérea?????????????

Alguém tem uma luz para me dar? Se eu não encontrar um jeito, me presenteio. Não tenho dinheiro para gastar com nada que não seja essencial. Palavra! Afinal, voltei há pouco mais de um mês de um mochilão. Mas também se for para sair do Rio nesse momento que seja para conhecer novos lugares e fazer isso no aniversário, vamos combinar, que é alto nível. Como já disse Drummond, “Outoniza-te com dignidade, meu velho”.

14 de junho de 2009

Começar aos 54 anos é a graça!

E de repente as "meninas" crescem...E não tem pra mim alegria maior do que ver um amiga que se diz "medrosa", que já desistiu de ir a Cuba por falta de companhia, de repente por a prova seus receios e deixar pra lá o inútil estereótipo de resignação da idade. Aí está mais uma prova de que não se trata de coragem, mas de vontade!

E vamos daqui acompanhar as aventuras da Lúcia Schmidt, jornalista e professora que vai ao Chile em julho. De "batedora de perna" ela não tem nada, mas que de estação de metrô ela chega lá...

"Vou fazer minha primeira viagem ao exterior. Sozinha. E começo pelo Chile. Mais precisamente Santiago, fascinação de adolescência e fascinação por Neruda. Ok. Tenho 54 anos e teórica – ou praticamente – já vivi a maior parte da minha vida. Não vou negar que estou mais covarde e mais medrosa, mas também não posso negar que já vivi anos demais sem nenhuma experiência excepcional. E como toda primeira vez, esta não é diferente. Entre e o medo e a alegria, a preparação para a viagem alterna. Pânico de não me fazer entender. E se adoecer?? – Uai, estou mais velha, né? Mas também tem a ansiedade prazerosa. Vou conhecer o famoso Palácio de La Moneda. Vou ver as casas do Neruda – pelo menos duas. Vou ver a Cordilheira. Uau!! E tudo isso, sozinha, sem falar espanhol (não pretendo me atrever no portunhol) e com 54 anos. Depois da decisão tomada e da passagem comprada não tem mais volta. Eu vou. Com medo, acovardada. Mas vou e pretendo viver dias incríveis."

5 de junho de 2009

Pesquisando as passagens RTW

Como eu sou intertextual até no que faço, vou ajudando a Lúcia (minha amiga) na viagem dela, pensando em como será a minha ida a terra do Neruda daqui a um tempo (preciso de tempo e uma grana extra) e, como tenho neurônios de sobra, me informando sobre a volta ao mundo - que se a imagem de São João em Praga funcionar, um dia chega.

Hoje recebi umas dicas interessantes para começar a entender como funcionam as companhias que vendem as passagens RTW (Round The World). Então, vou começar a "fuçar".

Ai, estão alguns deles:
www.staralliance.com
www.oneworld.com
www.skyteam.com

Entre um cafezinho e outro, uma viagem!

Há algum tempo que saquei que, se não escolhi a profissão errada, ao menos deveria ter feito duas graduações. Uma grande amiga que resolveu se aventurar numa viagem sozinha pela primeira vez pediu minha ajuda para planejar a viagem dela. Muito longe de ser um sacrifício, agora tenho mais motivos ainda para ler regularmente os blogs que acompanho.

E enquanto ajudo minha amiga na "árdua" tarefa de escolher passeios e hotéis em Valparaíso e Viña del Mar, eu também me familiarizo com os roteiros da "Latino América", certamente meu próximo destino - e se Deus permitir que será muito em breve se eu conseguir trocar minhas milhas.

E falando de milhas, a Smiles "vira e mexe" está com uma promoção super em conta para quem quer viajar para os países cobertos pelas cias parceiras, como a Gol por exemplo. http://www.smiles.com.br/ Para se ter uma idéia, fazendo a simulação é possível ir a Buenos Aires (fora do período de alta temporada) por cerca de 2 mil milhas!!!!

O ideal mesmo é acumular o máximo de milhas possível, mesmo para os que não viajam tanto. É assim que uma amiga acumula as suas. Como ela mesma diz " até cafezinho eu pago no cartão de crédito". Para quem não é familiarizada com os programas de milhagem, há várias maneiras de acumular milhas, como uso do cartão de crédito que converge os valores pagos no cartão ou mesmo assinaturas de revistas. O importante é googlar mesmo e se informar.

Eu por exemplo, há alguns anos assinei um jornal e nessa "brincadeira" ganhei 5 mil milhas...Nada mal!

29 de maio de 2009

" A la" Júlio Verne...quanto custa uma volta ao mundo?

Como para sonhar não se paga, já começo a pensar num mochilão "volta ao mundo". Mas estou um tanto longe de poder viajar por meses. O que não me impede de já ler bastante sobre isso e acompanhar blogueiras que já fizeram (ou estão fazendo) a tão sonhada volta. Tanto que numa viagem a Praga me rendi à tradição e tasquei as duas mãos nas duas partes da estátua de São João mesmo sem acreditar em santos milagreiros. Mas vai que minhas crenças estão equivocadas? rs

Para quem tá na net catando informações sobre viajar bem e barato, acho que vale muito a pena o post da Cecília no http://www.viajeaqui.com.br/ porque ela dá umas dicas de como planejar os gastos de uma volta ao mundo.

Como o blog pode um dia sair do ar ou coisa do gênero, nesse caso prefiro transcrever aqui.

Quanto dinheiro é preciso pra fazer uma viagem de volta ao mundo?
De Mochila - 23/05/09
Não é a primeira e, certeza, não vai ser a última vez que me perguntam isso, mas, pelo menos, agora eu tenho o link da resposta. A Dani já tinha pedido e, no post passado, reiterou: “Cecília, conta aí quanto é que se gasta numa viagem dessas.” Conto. Verdade verdadeira é que, bem que eu gostaria, mas é praticamente impossível responder a essa pergunta tão diretamente assim, simplesmente porque depende de... bem, de tudo. Tá que você quer passar um ano, mas:
1. Que países você vai visitar? - os gastos são muito diferentes se você pretende concentrar sua viagem na Europa ou na Ásia; na América do Norte ou na do Sul. Se vai gastar US$60 por dia na Suécia, não vai gastar nem um terço disso, comendo melhor, e com mais conforto, na Tailândia. Portanto, procure saber o custo da alimentação, acomodação, passeios e transporte nos seus destinos. Guias de viagem (em papel ou cibernéticos) ajudam muito nessa hora. Lembre-se de considerar a que países está indo em alta e baixa temporada.


2. Qual o grau de conforto que você requer? - você pretende acampar? Está disposto a ficar em albergues e dormitórios ou quer um negocinho mais ajeitado? Vai com mais alguém, pra dividir quarto? (Por mais defensora que eu seja das viagens independentes, tenho que admitir que essa é uma das três desvantagens em que consegui pensar até agora numa viagem desacompanhada: não ter com quem dividir a conta do quarto. As outras duas são: não ter quem passe filtro solar nas suas costas e não ter quem tire fotos pra você aparecer. Resultado: bronzeado exclusivamente frontal e infelizes fotos de braço.) Na Europa, EUA e Oceania, companhia não faz tanta diferença, já que sempre há dormitórios disponíveis. Mas, na Ásia, praticamente todo quarto é privado e, se o valor que eles cobram para duas pessoas não é exatamente o mesmo que cobram para uma, pelo menos é bem parecido. Além disso, tente cozinhar no albergue, quando houver cozinha disponível. Dá pra economizar um bom dinheiro assim.

3. Como pretende se locomover entre um destino e outro? - tem gente, como o assíduo Jotace aqui do blog, que opta pela passagem RTW (Round The World) – leiam o roteiro e a aula dele a respeito na caixa de comentários aqui-, tem gente, como eu, que prefere ver pra onde o vento sopra e ir comprando os bilhetes conforme resolve o que vai fazer. Para a minha viagem, também, conta o fato de que praticamente toda essa parte que envolve Ásia e Europa, eu vou fazer por terra. Essa segunda opção costuma sair mais cara, mas a primeira te limita um pouco. Por outro lado, nela você já sai do Brasil com o transporte praticamente todo quitado.

4. Você pretende trabalhar enquanto viaja? - Claro que isso faz toda a diferença, afinal estamos falando de dinheiro. A decisão de trabalhar come um pouco do seu tempo, se ele é limitado, mas arrumar um emprego vapt-vupt em algum albergue, promovendo o lugar, ou fazendo limpeza duas horas ao dia, em troca de acomodação e às vezes até refeições pode ser uma boa alternativa para cidades em que você pretende passar um pouco mais de tempo. Austrália e Nova Zelândia, por exemplo, têm oportunidades assim pra dar e vender.

Pra eu não parecer vaga, vamos a uma resposta mais prática. Claro que, como algumas pessoas se orgulham de fazer, é possível viajar pela Europa com menos de US$15 ao dia, mas, pra mim, não é muito razoável. Você consegue isso comendo pão com mortadela em todas as refeições e deixando de visitar o Louvre. Se for pra ser assim, é melhor ficar em casa. O mais provável, portanto, numa viagem abrangendo países diferentes e que se equilibram em valores, é que você gaste, ao menos, US$35 por dia, não incluindo as passagens, e sem exageros, mesmo que sem muitas privações.

Duas últimas observações: tente ter sempre uma reserva para casos de emergência (desvalorização da moeda, roubo...), nem que a emergência seja só uma mudança radical de planos. No mínimo, imponha uma margem de segurança aos seus cálculos. Os imprevistos nunca nunca vêm pra fazer dinheiro sobrar, só faltar. Além disso, tenha controle rigoroso de seus gastos. Se você pretendia gastar uma média de US$40 por dia em determinado lugar, mas tem extrapolado o valor com frequência, trate de começar a se policiar, ou corre o risco de ter de voltar pra casa mais cedo que o programado.

19 de maio de 2009

Tem medo? Vá em grupo então...mas não deixe de ir!!!

Como eu acompanho vários blogs de viagens, conheci muitas "meninas" viajantes. A pergunta mais frequente que recebo por email é: como criar coragem para um mochilão sozinha? A última a me perguntar foi uma homônima (Mônica Sousa, de Floripa) que me achou num outro blog e começamos a conversar. A Mônica ia viajar mas está desistindo porque a amiga desistiu. Mônica, esse post é pra vc!!! Vá, menina!!!

Difícil responder sobre como criar a tal "coragem", além de enumerar as vantagens e desvantagens e sugerir que acompanhe as aventuras das várias blogueiras que se perdem por ai. No entanto, acho que uma boa solução para as mochileiras "nem tão independentes" é seguir um grupo de outros mochileiros. Como?

Uma agência aqui do Rio (http://www.voceviagens.com/ que o dono é meu amigo mas o post não é jabá) está montando um grupo de mochileiros para uma viagem à Europa. Claro que não é a mesma coisa de uma viagem totalmente independente onde se faz só o que tem vontade, mas pode ser um bom começo para que depois dessa (ou quem sabe durante) as "encanadas" deixem de lado o medo e simplesmente encarem uma boa dose de "faça você mesmo"!!!

Agora, sinceramente, deixar de viajar porque a companhia não vai mais é deixar de acumular boas e, talvez as melhores, lembranças da sua vida!!!

18 de maio de 2009

Sabe quanto eu gastei em 25 dias por aí?

O meu grande "problema" é que ao ver as fotos me dá uma vontade incontrolável de sair por aí. Dizem que Deus sabe o que faz...E eu tenho certeza. Numa pessoa com pouca grana ele deu habilidade para se virar com muito pouco.
Então, vamos aos custos. Sabe quanto eu gastei na última viagem?

- Passagem aérea (Rio/Roma) que comprei meses antes de viajar e como foi parcelado sentia menos impacto no orçamento: R$ 2.300

- A passagem aérea entre Veneza/Budapeste gastei comprando (muito antecipado) pela Wizzair com transfer (aquele que me deixou em qualquer lugar de Budapeste) - 48 euros

- A passagem aérea de Praga/Paris comprando um pouco mais em cima da hora (pouco mais de 1 mes antes de embarcar) pela Sky Europe me custou 75 euros

- Levei para gastar na Itália e Paris exatos 700 euros (que comprei a 2,80)

- E para Budapeste e República Tcheca como teria que trocar o dinheiro lá e comprar euros é mais compllicado que comprar dólares levei U$600 (que comprei a 2,25)

- Da viagem anterior que fiz a Londres, acabei trazendo do TaxFree cerca de 25 libras que guardei para quando viajasse de novo. (então por ser um dinheiro de retorno e que não me custou nada, não vou computar)

Com isso, soma ai.... Tirando a passagem área que já estava paga quando viajei gastei com TUDO R$3.679. Isso inclue transporte dentro e entre as cidades, comida (e como eu comi), hospedagem, as coisas que comprei pra mim, todas as entradas em museus e afins... Melhor dizendo: tudo que precisei ou quis comprar em 25 dias pela Italia, Budapeste, República Tcheca e Paris.

Três mil seiscentos e setenta e noves reais para 25 dias na Europa? É ou não é barato e possível?

Fotos Paris - que saudade!

Gente, foi tanta correria que acabei esquecendo de colocar aqui no blog o link para as fotos de Paris. Esse é o quarto álbum de fotos do picasa para o mochilão de 2009. Como não era minha primeira vez em Paris, eu preferi ficar a toa na cidade e acabava esquecendo de tirar fotos.

http://picasaweb.google.com.br/monica.cpsousa/MochilaoParis2009#

Um presente de casamento que saiu " de graça"

Falando ainda em milhagem, como minha irmã casa em alguns meses, e eu resolvi que a lua-de-mel seria por minha conta (e risco!). Adivinha de onde tirei as passagens aéreas? Claro que das milhas. Mas "infelizmente" fiz isso antes de descobrir sobre as minhas milhas TAM "a expirar". Tudo bem, continuo aí com a dúvida de pra onde ir e com quer grana...rs

7 de maio de 2009

Viajo, presenteio ou tento "vender"?

Embora não tenha postado nada esses dias, meus dias estão em ebulição numa dúvida cruel: viajar, presentear ou vender? Explico!

Uma das vantagens para nós (aqueles viajantes que economizam de todo jeito para cair na estrada) são os programas de milhagens. Eu, particularmente, acumulo milhas no Smiles e na TAM. É claro que é a maneira da companhia área garantir nossa fidelidade e dos cartões de crédito garantirem que compraremos mais e mais, já que todos os cartões de crédito possuem pontuação acumulada a partir dos gastos pagos, que pode ser convertida em prêmios ou creditada nos programas de milhagem. Ótimo para nós consumidores.

No entanto, é preciso ficar atento ao prazo de validade das milhas. Desde a fusão entre a Varig e a Gol (que pontuam pelo programa Smiles) há algumas promoções que viabilizam, por exemplo, ir a Buenos Aires ou Santiago gastando cerca de 4 mil milhas, ida e volta. Gente, isso é pouquíssimo!!! A promoção está disponível no site da Smiles

E aí começa minha angústia. Tenho 22 mil milhas na TAM, sendo que parte delas expira em julho. Diferente da pontuação da Smiles que tem validade de 5 anos, a validade das milhas TAM é de 2 anos - uma grande desvantagem. Então, como eu acabei de voltar de viagem e ainda não comecei a juntar para a próxima (embora já esteja pensando nela) estou com a dúvida cruel de: o que fazer com essas passagens áreas?

Acho que daqui uns dias eu arrumo um jeito. Ou embarco numa flashtrip, daquelas que duram um final de semana ou então, enforco uns dias no trabalho e vou ali "na esquina". Vou me informar mais sobre os trajetos TAM e ver o que fazer...Fui pega de surpresa. E que surpresa, afinal, viajar pra mim é sempre presente!

4 de maio de 2009

Europa - Como se divertir sem gastar um centavo?

Como meus neurônios da mobilidade vivem sempre se batendo, já considero que estou em planejamento para uma próxima viagem. Algo que pode demorar um pouco porque preciso preencher algumas lacunas primeiro, como por exemplo: arrumar mais uma fonte de renda, porque não é sempre que jornalista pode se dar ao luxo de trabalhar em um único lugar!!!

Enquanto isso, prossigo com as leituras e acompanhando blogs e portais. E fica aí registrado a matéria divulgada no Viaje Aqui da Editora Abril que detalha 45 programas imperdíveis e GRATUITOS para quem vai a Europa. Abri apreensiva a matéria porque se eu visse algum que eu não tivesse feito iria ficar p. da vida (programa de graça é algo quase sagrado! rs) Se alguém conhece algúem que esteja de viagem marcada (ou já viajando) pela Europa, vale a pena encaminhar esse link. Vou até passar para a Júlia, uma jornalista que está fazendo praticamente o mesmo roteiro que fiz e desembarcou hoje em Londres.

Fotos - Budapeste...uma jóia reconstruida

Depois de conhecer Budapeste estou ansiosa para ler o livro do Chico Buarque. Confesso que adaptações para cinema me apetecem muito pouco. E fazendo o álbum com algumas fotos dos meus 4 dias na cidade me bateu uma saudade incrível de viajar!

Espero que as fotos empolguem alguns de conhecer essa cidade incrível. E barata.

http://picasaweb.google.com.br/monica.cpsousa/Mochilao2009BudapesteHungria#

2 de maio de 2009

E as roupas de uma mochileira?

Com que roupas eu vou? Está aí um "pequeno" problema de quem se aventura num mochilão. Mas nada que não seja facilmente contornado. Vendo minhas fotos e conversando com a minha prima, veio o comentário: mas Monica, como você faz com suas roupas? São sempre as mesmas!
Caimos na risada e aí começam as explicações de como fazemos nós, as viajantes que descartam as rodinhas e encaram as mochilas.

Viajar de mochila é saber de antemão que todo o peso estará nas suas costas a cada troca de cidade/país. Com isso, há um peso adequado para cada um. Com cerca de 48 quilos (claro que depois que voltei de viagem esse número mudou consideravelmente!!!) eu me aventurei a levar uns sete quilos. E aí, levamos poucas roupas mesmo. Além do peso nas costas, o problema maior está no susto de pagar extra de bagagem, principalmente para quem for viajar pelas cia low cost. Então, já estava preparada para as quase mesmas roupas. Mas e quando elas sujam?

Muitos países (ao menos os que já estive na Europa) têm lavanderias públicas. Nada tão complicado que não seja possível aprender na hora mesmo seguindo as instruções. No entanto, para quem não se aventura numa ida a rua com as roupas, muitos hotéis e albergues contam com lavanderias. Elas podem funcionar a fichas ou a moedas.

No albergue que fiquei em Florenca (Archi Rossi), por exemplo, havia uma lavanderia no térreo, na qual se pagava 6 euros para lavar e secar e, nesse valor, já incluso o valor do sabão em pó. Em 1h30 aproximadamente, o problema da sujeira está resolvido.

Para as roupas que precisam passar, os hotéis e albergues contam com ferros de passar roupa para serem alugados/emprestados aos hóspedes. No meu caso, não paguei nenhuma das vezes que usei. Claro que nem todas as vezes que as roupas sujam se pode esperar para juntar um número considerável de roupas para compensar a lavanderia. Há duas alternativas e já usei as duas. Uma é dividir a lavagem com alguém do albergue. Eu e a Mariana combinamos a lavagem e foi uma "mão na roda".
A outra opcão, bem menos confortável, é lavar a roupa a mão e colocar para secar como faz grande parte da população brasileira. Em hotéis essa opção é mais complicada, mas num hostel é totalmente viável. E foi assim que fiz em Budapeste porque o hostel (BackPack Guest House) não tinha lavanderia. O site ww.viajenaviagem.com do Ricardo Freire tem um post que explica o passo a passo de como lavar as roupas nas lavanderias públicas.

Eu estou acompanhando o blog da Júlia - http://poisnemcheguei.wordpress.com/ e ela vai viajar de rodinha nos próximos dias. Vamos ver como ela se sai com a mala e aí é possível comparar cada uma. E há também a Cecília que faz uma volta ao mundo http://viajeaqui.abril.com.br/blog/de-mochila.shtml e que está, como diz o blog, de mochila.

No meu caso, já fiz as duas e mesmo que tenha a desvantagem de não poder levar muita coisa e de só poder comprar o que eu quiser no último destino, ainda assim prefiro isso a me matar para carregar a rodinha nas estações de metrô ou afins com escadas!!!!

30 de abril de 2009

Fotos - Minha primavera na República Tcheca

Gente, tava separando umas fotos para o album de Budapeste e acabei fazendo primeiro o da República Tcheca! Deve ser porque amei esse lugar.
Então, aí está....
Não tenho dúvida que esse país deve entrar no roteiro de qualquer viajante!

http://picasaweb.google.com.br/monica.cpsousa/Mochilao2009RepTcheca#

Próximo post...Budapeste!

29 de abril de 2009

Fotos Itália - aprendendo a usar o Picasa...

É...voltei...Mas as vezes é como se eu estivesse viajando ainda. Rememoro momentos, rio sozinha, conto os detalhes como se tivessem sido ontem. Mas memórias são assim mesmo. E é preciso não ficar tão presa nelas. E por isso, meus neurônios da mobilidade já estão a pleno vapor! Enquanto preparo um "relatório" sobre os meus gastos para postar aqui e tentar ajudar aqueles que acham que não é possível, vou colocar algumas das fotos! Vou seguir o itinerário que fiz... Então, bem-vindos à Itália...

ps: gente, que sufoco para eu usar o picasa. rs Acho que não tenho muita paciência para programas de computador.

http://picasaweb.google.com.br/monica.cpsousa/MochilaoItalia2009#

22 de abril de 2009

Antes de ir embora...funk carioca!

Não poderia ir embora sem algo inusitado. Sempre acontence alguma coisa que me deixa rindo sozinha.

Sabe o francês do albergue que todos os dias me perguntava o que ia fazer de noite? Pois é. Ele jogou a cartada final. Estava eu esperando carregar o celular sentada na recepção do albergue quando de repente escuto: algo como "para papa papa ratata...." pra quem conhece, o rap das armas, bem popular no Rio de Janeiro.

Claro que nessa hora eu parei e sem querer mostrei que reconheci a música. Ponto para ele que ficou todo empolgado. Quando eu olhei, ele estava simplesemente me mostrando como ele sabia dancar. Gente, eu cai na risada. Era desengonçado demais, mas ficou simpático nessa hora. Ri demais porque ele colocou na rádio Latina e por isso a música acabou tocando. Acho que ele esperava que eu começasse a dançar, mas quando viu que não ira rolar, dançou sozinho e acabou se tornando uma figuraça. E nessa hora nem parecia mais o cara pronto a copular.

Fui caminhando para o metro da Bastille rumo ao REM B que segue para o aeroporto Charles de Gaulle. Carregava peso demais (porque comprei muita coisa em Paris de encomenda familiar), estava completamente dura, mas o que eu sentia de verdade era uma sensação de que sou a pessoa mais sortuda do mundo. Agradeci demais a Deus por ter me protegido esse tempo todo (afinal, nem sei se comentei mas quase fui atropelada por um tram em Roma, sobrevivi semanas sem meus óculos, as lentes de contato derradeiras caíram duas vezes dos meus olhos e consegui encontrar na roupa, dormi em quartos mistos com "gente esquisita", e o voo da wizzair entre Veneza e Budapeste são só lembranças agora....)

E é óbvio que já estou pensando na próxima. Já tenho ídéias dos lugares, mas muito incipiente ainda. Agora é hora de começar a anotar os custos e provar por A + B que gastei muito pouco, comparado ao tanto que vi e vivi...

Fazer nada em Paris é almoçar às margens do Sena!

Acordei muito cedo para meu último dia em Paris. Arrumei minha bagagem e fiquei conversando com a minha companheira de quarto que passou uma noite em Paris. Ela é australiana e está viajando há 4 meses, 3 deles na África. Falei de Salvador e acho que a cidade entrou no roteiro da mochileira.

Sai do albergue antes das 8h30. Saí a toa pela cidade. Só tinha certeza de que não iria ao museu D'Orsay porque queria descansar no meu último dia. Na verdade, descansar foi tudo que fiz em Paris, mas nesse dia o significado de descansar era ficar parada mesmo. Comprei umas coisas para meus irmãos numa loja ótima de material espotivo chamada Go Sport. Muito barata mesmo.

E ai, comecei meu dia. Fui para as margens do Sena, saquei o MP3 e fiquei la a manha e a tarde quase toda. Vi casais de namorados, vi músicos testanto melodias ( e nisso, claro desliguei o mp3 e fiquei ouvindo o show quase privé 0800), vi uma senhora virar a atração daquele trecho da margem porque literalmente tirou a roupa e deitou la de costas para se bronzear... e o cotidiano das margens do Sena seguia seu curso e eu ficava lá já sentindo saudades daquele lugar tão especial. E almocei, claro, por lá mesmo. Comprei um tradicional sanduiche de pão francês com vários tipos de queijo, um brownie com café e pronto. Estava alimentada.

Levantei já quase às 16h30, segui rumo ao albergue de novo. Caminhei pela Rivoli, tomei sorvete, comprei uns morangos da Bretanha que custavam quase 17 euros o quilo (tinha que experimentar aquele morango de qualquer jeito porque ele era de um vermelho que parecia de mentira). Pedi uns cinco e comi. Parecia com mel de tão doce. A verdade é que nunca comi morango de verdade aqui no Rio. E ainda me dei um sorvete numa sorveteria italiana, que a fila estava grande, mas encarei. Repeti sabores e segui caminhando...

No albergue, dessa vez lembrei do caviar na geladeira, arrumei o que ainda estava pendente, dei uma pequena carga no celular e... me despedi da cidade luz.

Comendo escargot e creme brulee a 15 euros!

Para quem procura por comida boa e barata em Paris próximo a pontos turísticos, o "canal" é a proximidade da Catedral de Notre Dame. É só andar por lá e com certeza vai encontrar ruas intercaladas com várias opções de restaurantes com "menu turista" em que se pode escolher a entrada, o prato principal e a sobremesa a preços que variam de 10 a 25 euros.

E lá fui eu. Estava sozinha porque a Rosane seguiu para a casa dela. Então, era a hora de comer escargot. Não iria embora sem experimentar isso, mesmo que não tivesse idéia de como comer.

Sem vergonha nenhuma, expliquei para a garçonete que eu nunca tinha comido. Muito simpática ( e como boa francesa, animada com o fato de eu experimentar as iguarias francesas) ela me ensinou. E lá estava eu... morri de medo de não gostar, mas eu adorei! Vinham seis na entrada e estava com fome de comer muito mais, mas ainda havia o prato principal.

Pedi uma carne feita a moda francesa antiga. Meio forte demais o sabor, mas consegui equilibrar com as batatas que acompanham. E de sobremesa....

Eu sempre me lembro do filme "O casamento do meu melhor amigo" quando a Júlia Roberts fala sobre creme brulle. Então, era isso que eu iria finalmente comer. Simplesmente divino. Um creme de baunilha com uma casquinha por cima.

Sai do restaurante satisfeitíssima. Não só com o fato de ter gasto muito pouco, mas de ter comido o que me deu vontade. Essa é a prova de que não é porque viajo com gasto controlado que não tenha momentos ótimos na culinária.

Voltei feliz da vida de novo para o albergue. Na verdade, não houve um dia sequer nesse "mochilão" que não tenha sido esse meu sentimento no final de cada dia. Estava quase voltando para casa... então no dia seguinte eu estava decidida a nào fazer absulutamente nada!

Juntei cadeiras, deitei, comi e cochilei!

Sai bem cedo para começar meu dia. O sol me anima a fazer tudo que for possível para transformar mais um dia em "aquele dia". E decidi que ia para um piquenique "by myself".

Cedinho fiquei caminhando sem rumo, só pelo prazer de admirar a cidade mesmo. E caminha daqui, caminha de lá, acabei descobrindo que a Livraria Lusophone não existe mais. Tudo bem, a essa altura eu estava conformada com o fato de que não há nas livrarias literatura francesa em outro idioma. Se for procurar por literatura brasileira tem sim em português, mas o mix não. Então tá. Procuro quando chegar no Rio.

Nesse roteiro acabei próximo ao Jardim de Luxemburgo. Comprei umas coisas básicas para comer, tipo uma quiche lorraine muito boa (queijo e bacon) e um doce feito com massa de pão um tanto amanteigado demais, mas comível.

E lá fiquei. O Jardim de Luxemburgo estava lotado. Não sei dizer se somente pelo tempo ótimo ou se normalmente fica assim devido à proximidade com a Souborne. O que contava é que estava muito cheio. Bem diferente de um dia, há alguns anos, em que passei uma tarde de outono lá, praticamente com meia dúzia de gatos pingados. Confesso que cheio demais empolga menos, mas não tira a sensação de tranquilidade.

Juntei as cadeiras, me encostei. Comi, escrevi, ouvir música...até que estava animada para continuar. E encontrei a Rosane, uma amiga que estava em Paris.

E com ela, fui andar pelo Marais. O bairro é charmosíssimo. E como a Rosane morou anos em Paris, acabou me apresentando a Paris que não está nos guias. Fui a uma loja de congelados que me deixou boquiaberta com a quantidade de comida. É possível oferecer um tradicional jantar francês com congelados e ainda ser chamada de grande chef. Depois, fomos à Place de Vosges, em Marais extramente charmoso, cercado pela construção do que antes eram as residências do rei e da rainha (uma de cada lado).

Sentamos na grama e lá ficamos batendo papo e vendo a hora passar. Voltamos caminhando para a altura da Catedral de Notre Dame porque eu queria jantar algo completamente diferente. E ai...

Entre uma andanças e comilancas, uma missa linda na Notre Dame!

Andei. E como...Meu dia comecou no Louvre e terminou numa missa na Catedral de Notre Dame! Coisas que só em Paris mesmo.

Os dias se tornaram maravilhosos. Ceu azul, embora um frio daqueles (ao menos para mim). E com a volta de dias agradaveis, me dei o direito de caminhar muito por Paris.

Sai do albergue na Bastille, fui ao Louvre e fiquei la por umas duas horas vendo e revendo umas coisas. Nunca é demais estar no Louvre. E o melhor é que o ticket é válido para todo o dia. Então, se eu cansasse (e cansei) poderia voltar mais tarde. E foi o que tentei fazer.

Sai do Louvre e continuei a andança. Para quem conhece a cidade (e para quem não conhece há o google maps) pode imaginar o quanto caminhei. Saí do museu e fui para os Arcos, sem pretensões de nada, só de caminhar mesmo pela cidade. Para o percurso ficar mais agradável, em vez de seguir pela avenida Champs Elissé, acabei seguindo parte do percurso pelo Jardim de Tuileres.

E la estavam as mais caras lojas do mundo. Como todos os turistas, não resisti e tirei uma foto da Louis Viton para uma grande amiga de Juiz de Fora que adora essas lojas.

Cheguei aos Arcos, mas não me animei em subir! Filas não me empolgam...

O dia estava tão agradável que segui para a Torre Eiffel. Um lindo caminho. Sentei um pouco às margens do Sena, me "assustei" um pouco com a quantidade de avisos para que se tomasse cuidados com batedores de carteiras. Como ainda estava muito claro e eu ainda tinha energia para emprestar e vender....decidi que voltaria a pé até Notre Dame para subir nas torres.

Da outra vez que estive na cidade, havia tanta fila quen desanimei. E andei demais até chegar lá.
E a surpresa dupla. Primeiro que pela quantidade de gente, fecharam o acesso às torres da catedral mais cedo. E a segunda...

Entrei na igreja para admirar e ai um som muito alto do órgao começou a tocar. Me dei conta de que comecaria a missa de domingo. Mais do que rapidamente, procurei um bom assento e decidi que assistiria a uma missa lá. Não sou católica, mas nem por isso não admiro a religião. Uma questào de tolerância mesmo. E olha... linda a missa.

Peguei o guia da missa para uma prima minha. Seria um souvenir para a Kelly que é católica praticante. Diferente as missas que já fui no Brasil, a de Notre Dame dura bem menos tempo e achei bastante ecumênica. Não posso garantir que todas sejam assim, mas a que fui, sem dúvida!

Saí de lá maravilhada com tudo. E ainda havia muita luz do dia. Nessa época do ano, as 21h ainda é claro em Paris. Tem coisa melhor?

Com toda a energia conseguida na quantidade de crepes que comi, além de um almoço dignamente francês (com entrada, prato principal e sobremesa) me dei de presente um almoço daqueles! Depois, ainda comia mais na rua. Os waffles com chocolate belga são imbatíveis.

Voltei para o albergue já escuro. Apaguei! Feliz da vida...

19 de abril de 2009

Perdendo de um lado, ganhando de outro!!!!

Muito chateada!!!! Foi assim que fiquei quando cheguei ao meu albergue de Paris e mexendo na mochila percebi que os aneis que comprei em Kutna Hora haviam sumido!!!! Simplesmente comprei 4 aneis para presentear 3 amigas que me ajudaram demais a conseguir viajar. E ai... alguem da companhia aerea fez o favor de, se nao roubar, fucar e perder!!!! Falei tanto palavrao na hora, mas ai vem Paris e tudo melhora - dependendo do ponto de vista, porque pra falar a verdade, quando o assunto e teclado... pode apostar que piora porque as letras mudam completamente de lugar! Pra quem digita rapido e um parto. Mas ainda lamento muito pela perda, e nem falo do dinheiro mas queria demais aqueles aneis para as 3... Vou ter que pensar rapido em outra coisa. Elas merecem demais... Uma inclusive me emprestou coisas e outra me aturou o ano inteiro com estresse de mestrado e ate pra praia com livros de teoria ela me carregava- Ju, saudade de voce, criatura doida de pedra!

E ai... a chuva finalmente chegou a primavera! Mas depois de meus dias de sol pela Europa desde o inicio - so peguei minutos de chuva em Roma - ia finalmente usar o guarda-chuva que comprei no Vaticano. Dei uma volta pela cidade, comi um crepe genuinamente frances e cai na cama pra me preparar para a maratona do dia seguinte!!

Pra comecar, sabe aquele roteiro: catedral, Louvre, Torre, Versailles, Arco, e bla bla bla????????
Nao vou fazer nenhum!!!! Nao do jeito turistao. Nao que eles nao merecam. Merecem e muito. Mas essa nao e a primeira vez que venho a Paris e ja fiz tudo isso da primeira vez. O que eu quero e tranquilidade.... Vou andar, descansar e ver o que for surgindo nas andancas.

Comecei o dia indo ao Montmartre!!! "A la" Amelie Polain fiquei caminhando pelo bairro, depois a catedral do Sagrado Coracao e andei andei andei... Desci pelo Pigalle, q regiao " da luz vermelha". Ha um shopping do sexo de 3 andares!!!!

E ai fui encontrar uma amiga do Rio que esta de ferias em Paris. Almocamos, e partimos para um tour especial... Como eu, a Rosane curte livrarias. La fomos nos duas a cata de umas encomendas de um amigo e de livrarias charmosas. Chovendo acabei num shopping subterraneo otimo pra quem vem a Paris fazer compras. Rodei o dia todo a pe, de metro e de onibus, ja que nao ia obrigar a Rosane a caminhar o mesmo tanto que eu.

Comprei uma sopa pronta do supermercado porque senti frio e apaguei. Nao antes de dar um
"fora" num cara do albergue que chegou pra mim e disse: voce e brasileira, nao e? Voce samba? NAO! Nao aguento mais responder isso. Mas como nao dava para o debil mental calar a boca ele soltou todo animadinho: voce vai fazer o que agora a noite? Tem programa ja? Reposta direta e objetiva... vou dormir! Soltei um educado boa noite em frances e subi indignada para o quarto. Era nojenta a maneira como ele falava comigo. Parecia animal pronto pra copular. Afffffffffff

Mesmo escrevendo pouco por causa do teclado... Paris e um presente de Deus! Mesmo col chuva e charmoso. Ou melhor, a chuva a deixa charmosa!!!!

Isso foi o aque fiz ontem... porque hoje... Jesus!!!!

16 de abril de 2009

Flowers in the window. Its such a lovely day(...)

Eu ia alugar uma bicicleta. Acordei cedo, comi e la fui eu pra rua. Cheguei onde alugam bicicletas e descobri que nao ha alugueis por hora, somente para o dia todo.

Como eu nao ia pagar 24 horas para andar duas, caminhei pela outra margem do Vlatva. Fui me embrenhando ruelas acima e abaixo e, quando eu achei que ia sem querer entrar numa residencia, acabei chegando a uma margem do rio que nao tem como caminhar por ela porque ja e quase dentro da agua. Otimo!

Parei no pequeno espaco que podia. E fiquei la. Uma vontade de tomar banho ali, mas muito gelada a agua. Para comparar... muito mais gelada que agua de geladeira no Rio de Janeiro. Mas tava otimo. Comecei a escrever umas coisas e resolvi que ja tinha andando tanto por Cesky Krumlov que ja podia me render a vontade de voltar a Praga.

Por isso eu nao compro passagem antecipada para canto algum, com excecao das aereas. Ai, fica-se livre pra fazer o que da vontade.

Voltei para Praga e no caminho ouvi Travis. E ouvi tantas vezes Flowers in the Window empolgada pela paisagem primaveril do interior da Republica Tcheca. Na volta, acabei sem querer pegando um onibus que passava por varias cidades. E quando digo passar, e passar mesmo. Parece um grande city tour. E foi otimo porque passei por lugares nada turisticos. Janelas abertas, pessoas colocando roupa no varal, gente consertando carro, crianca de bicicleta... Demorou mais, mas valeu muito a pena.

Voltei para o A Plus de Praga. Deixo minhas coisas aqui e vou pra rua para minha ultima noite em Praga. Marquei de encontrar a Korie porque ela tambem veio para ca, mas num onibus mais cedo.

E isso. Amanha as 14h eu vou pra Paris... Mas estou indo com uma vontade imensa de ficar aqui mais um tempo. Como conversamos ontem no albergue... bem que poderia me apaixonar por um tcheco um dia e voltar!

Esta vindo pra Europa? Traga repelente. Nao e piada!!!

Devo ter problemas, so pode. E definitivamente... o problema sou eu!!! Tenho alergia a picadas de insetos que nao sejam made in Brasil. No Brasil eles picam, fica vermelho - ou seja... feio - mas nada comparado.

Depois de uma noite otima, acordei toda picada!!!!!!!!!!!!!!!! E nao foi como em Roma. Parece de mosquito mesmo. Nenhuma das meninas reclamou de nada. So eu estava assim. O detalhe e que me picou no pescoco, alem do braco - o mesmo das bed bugs, nas costas. O do pescoco nao da pra esconder.

Ainda tenho a pomada que comprei e Roma e ja comecei a passar!

Agora imagina... chegar em Paris com varios calombos no corpo. Eu mereco!

Dica: se estiver vindo para a Europa, traga repelente. Parece piada mas nao e!

Entre uma sopa (?) e a Idade das Trevas

Depois de caminhar muito por Cesky Krumlov, era hora de comer alguma coisa que nao fosse doce - ja que experimentei muita coisa!

Fui a cata de um restaurante barato, mas com comidas bem locais. Encontrei um proximo ao albergue chamado Pod Radonici - mas so parei depois de pesquisar bastante os precos. O restaurante funciona dentro de uma pensao, que fica na rua lateral da praca central de Cesky Krumlov. Bonitnho, com televisao sintonizada em canais de clipes e, o melhor, com cara de taberna.

Peguei o menu e la se vao quartos de hora tentando escolher alguma coisa. Comecei por uma sopa e achei que era melhor nao pedir outra coisa porque estava com fome, mas nao exagerada. Ate que finalmente meu prato chegou...

Sopa? Aquilo era uma agua com pedacinhos de pao boiando. O nome? Staroceska Cesnka - claro colocando acentos em quase todas as consoantes. Em sintese, uma agua feita com alho, pao e queijo. Nao e ruim, mas vamos combinar que e preciso pensar bastante nos pre-conceitos... viajar e estar atento as referencias.

Entao ta. Nao matou minha fome. Na verdade, fez aumentar.

Fui la para o segundo prato. E ai comeca o probleminha. Primeiro como tava demorando pra escolher a moca me avisou que nao podia demorar porque iam fechar dali a pouco. E ela nao falava ingles, entao eu so entendia ela batendo no relogio. Ok. Eu escolho rapido. Comeco a desenhar pra ela que eu queria saber se havia meia porcao dos pratos porque eu tinha visto o prato do casal de asiaticos e aquilo era suficiente para umas 3 pessoas.

Ate ela entender....demorou muito! Muito mesmo.

Ok. Nao fazem. Entao pra nao ficar jogando comida fora e nao ter a mesma surpresa da sopa... Pedi um Fisilli Ve So Etanove, em sintese uma macarrao parufuso com queijo e pedacos de frango. Bom demais!!!!!!!!

Mas como eu disse, antes ela me avisou que tava fechando. Tanto que ela passava pra la e pra ca, limpando as mesas e a essa altura avisando aos casal de asiaticos que era pra fechar a conta, que eu nem lembro direito como eu terminei de comer. Na verdade, me senti numa maratona daquelas estilo filme americano que ganha quem come mais em menos tempo.

Ainda bem que eu nao queria sobremesa. Acho que nao era boa, porque na super mesa de outros MUITOS asiaticos nao tinha um prato de sobremesa que nao tivesse com mais da metade sobrando.

Voltei para o albergue alimentada, mas nao satisfeita porque queria saboreado mais o prato. Mas ta valendo. Demorei mesmo a escolher e Cesky Krumlov e como cidade do interior. Tudo fecha cedo.

E ai... eu pude entender um pouco o que era viver na Idade Media e o sentido de Idade das Trevas. As ruas sao super estreitas, escuras, de pedra e cheia de pequenos becos. A impressao que se tem e de que a qualquer momento alguem vai aparecer. Imagina aquilo no seculo 13? E eu sozinha...

Mas impressionante e que nao estava com um tiquito de medo. Estava na verdade flanando pelas ruas para ter essa sensacao mesmo. TUDO FECHADO, e ainda nao eram nem 22h.

Voltei para o albergue e fiquei conversando com a Oguna - nigeriana que ha 10 anos mora em Londres e da aula para criancas - e com a Korie, japonesa que organiza casamentos. Ambas viajando sozinha. E ai acabou chegando uma americana de uns 55 anos que viajava sozinha na Europa pela primeira vez. Minha noite terminou com risadas... imagina a confusao de 4 mulheres num quarto, cada uma de cultura diferente? Adorei!

15 de abril de 2009

Comprando caviar por menos de 2 euros!!!

E obvio que meus amigos nao ficarao chateados porque eu comprei lembrancinhas somente para algumas pessoas... tipo: pai e mae. Com a graca de Deus eu tenho amigos " pra dar, vender e emprestar! e ainda me sobra um Maracana. Adoro isso! E e por esse detalhe que fica complicado, ainda mais com meu orcamento apertado, comprar lembrancinhas. Sem esquecer o detalhe: estou de mochilao e nem tenho onde colocar coisas...

Ainda nao tinha visto nada para o meu pai. E ai, fui ao mercadinho dar uma olhada e achei CAVIAR pela bagatela de 32 KC!!!!!!!!!!!!!!! Ou seja, menos de 2 euros. Comprei so dois vidrinhos por causa de espaco e tenho que lembrar de sempre deixa-lo na geladeira e nao esquece-lo nas trocas de albergue.

Detalhe importante - nessa viagem ja perdi: oculos, cadeado velho do meu pai e ele nem sabe ainda, anel da minha mae, uma lente de contato. Acho que so isso. Um progresso.

E como e linda...Finalmente Cesky Krumlov

Para quem ja foi a Praga e facil. Imagina Praga, so que menor e sem tantos turistas!!!
Assim e Cesky Krumlov. A cidade e quase na Austria. O ceu e tao lindo como o de Praga, embora aqui esteja um pouco mais de frio - ao menos para mim!
Mas um dia daqueles que temos parecido no outono carioca. Dia de ceu lindo, temperatura para casaquinho e vontade de ficar na rua por mais tempo.

Assim que cheguei fui catar um lugar para dormir. O albergue e otimo. Travellers Hostel. Uma casa do seculo 13. Alguem tem duvida de que foi por esse detalhe, aliado ao fato dele ser bem na praca central, o motivo de eu me hospedar nele? E detalhe... preco otimo. 270 KC porque tenho carteirinha da Hostellling International. Para quem nao tem 300KC. Considera 1 euro como 25 KC e fica facil entender como a barato viajar pra ca - mas nao mais barato que Budapeste, mas quando eu voltar mostro as contas todas.
Ah detalhe: o albergue tambem funciona como taberna a noite. Da pra se sentir mesmo num dos filmes que retratam a Idade Media.

Sobre o banheiro????, separadinho, a proposito!!!

Me familiarizei com a cidade, fui ao centro de informacoes turisticas, vi os passeios da cidade. De verdade? Nao vou fazer nenhum! Mas quem quiser fazer, e bem barato. Meu motivo e outro. Eu quero sentir a cidade. Hoje caminhei bastante, lanchei um sanduiche que eu mesma fiz no cafe da manha do albergue e trouxe. Estava sentada a margem do Vlatva - sim, ele mesmo. Ele continua aqui!!! A diferenca e que menos ostensivo e nem por isso menos lindo. E o melhor e que a margem e literalmente "a margem" e e possivel tocar a agua se quiser.

Foi la que fiquei terminando de ler meu livro. E agora que acabou vou comprar outro. Ai, segui para uma livraria daqui que tambem e uma graca. Uma casa do seculo 13. Mas nao havia ninguem. A pessoa tinha saido para almocar ou coisa do genero. Como eu ja disse, reitero... as pessoas confiam demais nas outras. Simples assim. Passo la depois.

Amanha vou alugar uma bicicleta e pedalar por ai. Ha tambem a opcao de passeios de rafting para lugares aqui perto e depois voltar de bicicleta. Nao sei. Vou ver amanha.

Um outro passeio que as pessoas costumam fazer aqui e pegar um onibus e ir a Austria. Muito perto!!! Eu particurlamente nao vou. Prefiro conhecer melhor Cesky, mas e bem tranquilo pelo que vi. Mas acho que e pra quem esta mais no turistao " fui la e fotografei" mesmo. No meu caso, seria assim ja que parto amanha a noite para Praga. Entao, nem ficaria meus "previstos" dois dias e uma noite.

Ha um castelo aqui, que segundo meu Guia do Viajante Independente na Europa e o maior da Europa. E ha um paredao com a vista da cidade. Muito barato tambem.

Para quem bebe cerveja, Cesky Krumlov e uma maravilha!!! Quem sabe animo de bicar uma, se valer a pena jogar fora 99% dela...vamos ver. Ao menos posso responder a pergunta basica: a cerveja e boa mesmo?

Ps: para quem vier a Cesky Krumlov e nao quiser carregar a bagagem toda, eu nao tive problema de deixar minha mochilona no albergue de Praga porque vou voltar pra la depois, para minha ultima noite na cidade antes de embarcar dia 17 para Paris. Trouxe comigo minha mochila de todas as horas, coloquei o basico nela... muito melhor do que carregar as tranqueiras todas.

Comprovando que viajar nao e caro! Kutna Hora por 20 euros TUDO!!!!

Quando cheguei no albergue e fui arrumar minhas coisas para partir cedo para Cesky Krumlov, acabei fazendo uma conta rapida. Ai vai...

Gastei em Kutna Hora:
1 - ida e volta 120 KC
2 - tour pelas minas 70 KC
3 - capela dos ossos 50 KC
4 - ida a doceria 36 KC
5 - souvenir pra mim de Kutna Hora e uma caneta - 170 KC
6 - 2 idas ao banheiro publico - 10 KC

Soma ai... gente, nao chega a 20 euros!!!!! E isso por uma dia " de bem com a vida, feliz pra burro..." E possivel ou nao viajar em conta na Europa?

Acreditam em mim?????????????

De bem com a vida. De vento em popa. Feliz pra burro. Assim com o mundo!!!...

Podem rir, xingar ou me chamar de doida, mas enquanto eu caminhava ontem para a Bus Station (vamos lá, rodoviária!!!) da Florenc, foi isso que me peguei cantando. Na hora eu pensei em varias amigas que me matariam se me ouvissem cantando Xuxa. Paciencia. Assumo e pronto.
So que pra falar a verdade, era assim que estava mesmo. E ainda estou. Afinal, de ferias e gostando do que se esta fazendo, e impossivel nao cantarolar por ai - no meu caso, como sabem, nada demais, ja que falo sozinha.

Muito rapido ir a Kutna Hora. Na verdade, e mais rapido do que ir de qualquer ponto do Rio de Janeiro para a Barra da Tijuca. So que a diferenca: e fascinante a paisagem. Como e primavera, entao fica tudo mais lindo. Da estacao de onibus de Kutna Hora para o Centro leva-se, a pé, cerca de uns 25 minutos - sem se perder!

So que eu procurava a Church Bones, uma capela decorada com ossos humanos, que foi o motivo de eu ter empolgado em deixar Praga para tras. Mas ai...

Eu me perdi e fui parar no Centro, e a Church Bones era para o outro lado da cidade, ou melhor, praticamente fora da cidade. Foi ai que fiz um passeio otimo!!!

Vi um grupo vestido de branco, com capacetes e lanternas. Pareciam criadores de abelha. Continuei caminhando pra descobrir de onde sairam as criaturas e fiquei sabendo que ha um tour pelas minas de Kutna Hora, na verdade a maior proeza da cidade.

La fui eu. Quando cheguei para me informar sobre precos e afins, ela me apontou o preco para menores de 26 anos e estudante. Como eu pareco mesmo ter menos idade, paguei 70 KC e economizei. O passeio e otimo e estou louca para poder editar depois todos os posts colocando as fotos.

O tour leva grupos a 500 metros abaixo do solo. Frio, umido, estreito e em alguns momentos baixos, ate mesmo para quem tem pouco menos de 1,60...rsrsrs

O guia e um tcheco que tenta ao maximo explicar o tour em ingles, mas ele mesmo assume que e complicado entende-lo. No entanto, um senhor muito simpatico e que contou que ha 17 anos leva grupos todos os dias para as minas. Quando eu nao entendi o que ela dizia, perguntava para uma das americanas que conheci la. Duas irmas, que estao passeando por Praga. Uma delas me perguntou se eu ja estava na faculdade...rsrsrs Tiramos fotos pelo meu celular porque nenhuma de nos sabia que podia levar camera. Mas entao, Julia, que esta prestes a ir a Praga... pode levar a camera com voce se for fazer o tour pelas minas.

De la, segui finalmente para a Capela de Ossos. Quando eu perguntei o caminho, ouvi que levaria uns 50 minutos caminhando eque era melhor pegar o trem. Agradeci e la fui eu caminhando. Mas sem mapa me perdi e demorei muito mais do que isso. Mas cheguei e valeu a pena.

Foi o primeiro lugar dessa viagem que a recepcionista fez questao de procurar pra mim as explicacoes em portugues. Tirei fotos para digitalizar o material. E interessante demais a historia dos ossos la. E sinceramente, nao achei nada macabro ou de mau gosto. Pelo contrario, e muito interessante saber a historia da fundacao da cidade, das guerras hunitas e do antigo cemiterio, que tinha a fama de ser sagrado porque foi mandado pelo rei da epoca que se fosse a Jerusalem buscar terra santa. Dai, que haja na decoracao da capela ossos de algo em torno de 40 mil pessoas.

Voltei tranquilamente para Praga, mas comecei a sentir um incomodo nos pes. Ja nao era sem tempo, ja que eu literalmente bato perna. Mas ainda nao foi o suficiente para me impedir de ir as margens do Vlatva ouvir musica 0800, ver a noite mais uma vez de la. E ler meu livro que ta otimo.

Mas nao demorei. Comecei a sentir tambem uma tonteira e percebi que nao tinha comigo direito. Experimento de tudo. E la em Kutna Hora entrei numa doceria e pedi um tiramisu, uma misa rez - nao sei dizer direito do que era feito, so que era azedinha - e pedacos de chocolates parecidos com nutela. Por causa disso, na ida para o albergue passei num Tesco - uma grande rede de supermercados que tambem tem em Budapeste - e segui.

Quando cheguei no albergue... o estrago. Meu pe direito estava machucado em duas partes e acho que preciso de um tenis mais leve ou mesmo um sapatinho. Como estou indo para Paris em alguns dias, nao vou andar por ruas tao tortuosas. Um bom souvenir pra mim!!! rs

Apaguei cedo porque no dia seguinte seguiria para Cesky Krumlov, o segundo motivo da minha estada mais demorada na Republica Tcheca.

14 de abril de 2009

Indo para Kutna Hora

Sao 10h da manha agora. Tomei um bom cafe da manha. E experimentei comer repolho e cenoura a essa hora. Uma salada servida no cafe da manha do A Plus Hostel. Nada mal, embora nao seja costume nosso. Seguindo o Em Roma faca como os Romanos, escolhi comer o que tinha de diferente. Um iogurte natural, mas que nem de longe lembra o nosso porque e bem mais consistente.

Enfim, fiz um sanduiche reforcado para levar pra rua com todo tipo de frios que tinha. Nem sei dizer a diferenca de cada presunto daquele.

Dormi super bem. E vou a Kutna Hora, bem perto daqui. Nem ia mais porque queria ficar em Praga, mas vou la para ver uma igreja com ossos humanos na estrutura. E diferente das outras igrejas sempre com altar, vitrais, capelas...

Nao queria ir porque nao da vontade de sair de Praga, mas vou porque sei que vou me arrepender depois.